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Operação “Natal e Ano Novo” da GNR decorre até 2 de janeiro


 
A Guarda Nacional Republicana (GNR), tem a decorrer até ao próximo dia 2 de janeiro de 2023, a Operação “Natal e Ano Novo 2022”, com o objetivo de combater a criminalidade e intensificar o patrulhamento rodoviário nas vias de maior tráfego durante este período, de forma a garantir as festividades e as deslocações em segurança, em todo o território nacional.

Tendo em consideração que o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária constitui uma prioridade estratégica, a Guarda intensificará o policiamento tendo em conta o maior fluxo rodoviário nos trajetos dos locais de residência habitual dos cidadãos para os locais de festividades associadas às comemorações do Natal e do Ano Novo, bem como adotará mecanismos de prevenção e sensibilização à população, para evitar a ocorrência de furtos no interior de residência e estabelecimentos durante este período em que as pessoas se ausentam das suas casas, através de um empenhamento criterioso dos meios disponíveis, por forma a garantir assim uma maior capacidade de intervenção.

Para tal desiderato, serão empenhados, durante a operação, várias valências das diversas Unidades da Guarda, numa ótica de complementaridade e de sinergia de várias ações de patrulhamento, sensibilização e fiscalização, de forma flexível, orientando o esforço de forma a contribuir para a diminuição da criminalidade em geral e da sinistralidade rodoviária, para a fluidez do tráfego e para o apoio dos utentes nas vias.

Este ano os portugueses preveem gastar mais nas férias de final de ano


 
Segundo os dados do estudo Observador Cetelem Natal 2022, 15% dos portugueses confirmam que tencionam ir de férias no período do Natal e Ano Novo, um valor semelhante face ao ano anterior (+1 p.p.). Dos que pretendem ir de férias, 8% referem que vão viajar e passear e 6% vão aproveitar para visitar a família. Cerca de 39% dos inquiridos que não vão de férias neste período, admitem que não vão por questões financeiras – um aumento de 19 p.p. comparado com 2021.

Em média, os inquiridos que vão de férias neste período de Natal ou Fim de Ano planeiam gastar 319 euros, mais 80 euros face ao ano anterior (239 euros em 2021). Os inquiridos mais velhos, com idades compreendidas entre os 55 e os 74 anos, são os que procuram gastar mais nas suas férias, cerca de 371 euros.  Já os inquiridos na faixa etária dos 35 aos 44 anos são os que pretendem gastar menos, aproximadamente 274 euros; seguindo-se os mais jovens, até aos 24 anos (295 euros).

A nível regional, os residentes da região Sul são os que preveem gastar mais nestas férias (351 euros), seguindo-se os residentes da região Centro (330 euros) e da região Norte (323 euros). Comparando as zonas metropolitanas de Lisboa e Porto, os residentes no Grande Porto voltam a ser aqueles que tencionam gastar mais nestas férias, 317 euros versus 291 euros dos que residem em Lisboa.

Em relação ao local onde irão passar as férias, a maior parte dos portugueses inquiridos que pretendem ir de férias escolhe fazê-lo em Portugal (59%), um valor que diminui 28 p.p. face a 2021, ano que foi pautado por restrições da pandemia. 48% vão procurar aproveitar as suas férias no estrangeiro, sendo mais comum entre os mais jovens até aos 24 anos (65%) e 34 anos (51%).

GNR detém homem por violência doméstica em Portalegre


 
O Comando Territorial de Portalegre da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Posto Territorial de Portalegre, deteve um homem de 35 anos por violência doméstica, no concelho de Portalegre.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares da Guarda apuraram que o agressor exercia de forma continuada coação psicológica e agressões físicas contra a vítima, sua companheira de 30 anos de idade. Após diligências policiais, foi dado cumprimento a um mandado de detenção.

O detido permaneceu nas instalações da Guarda, até ser presente ao Tribunal Judicial de Portalegre, onde lhe foi aplicada a medida de coação de proibição de se aproximar da vítima por qualquer meio num raio de 500 metros, bem como proibição de permanecer na residência do casal, frequência de tratamento para dependência de álcool e acompanhamento psiquiátrico.
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