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GREVE: Paralização quase total em Portalegre

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A greve geral provocou hoje a paralisação "quase total" dos serviços públicos em Portalegre, situação que acontece pela "primeira vez" naquela cidade alentejana, segundo a União de Sindicatos do Norte Alentejano (USNA), afecta à CGTP.

"Fazemos um balanço positivo desta greve geral. A cidade de Portalegre  tem os serviços quase todos parados, o que acontece pela primeira vez", disse Diogo Júlio, coordenador da USNA, em declarações à Agência Lusa.

De acordo com a USNA, a adesão à greve no Hospital de Portalegre ronda os 81 por cento, ao passo que no Hospital de Santa Luzia em Elvas, os enfermeiros, auxiliares  e técnicos de saúde aderiram à paralisação a 100 por cento.

A recolha de lixo no norte alentejano é outro dos sectores que registou uma maior adesão à greve, uma vez que os trabalhadores de dez dos quinze concelhos que compõem o distrito de Portalegre aderiram ao protesto.  "Não houve recolha de lixo em Alter do Chão, Arronches, Avis, Castelo de Vide, Crato, Gavião, Marvão, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre", indicou Diogo Júlio.

No sector da educação, o Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) anunciou que oito agrupamentos de escolas estão de portas fechadas. Trata-se dos agrupamentos de Castelo de Vide, Gavião, Portalegre (José Régio), Campo Maior, Ponte de Sor, Arronches, Avis e Fronteira. A mesma estrutura sindical deu ainda conta do encerramento de outros  estabelecimentos de ensino no concelho de Portalegre, Marvão e Crato.

Contactado pela Lusa, o presidente da Associação Comercial de Portalegre, António Lopes, explicou que a greve geral não está a ter efeitos no sector comercial naquela capital de distrito. “Os restaurantes, as lojas, os cafés estão a trabalhar normalmente. Não há estabelecimentos encerrados", disse.

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