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PJ recupera armas do Museu

Um homem, de 27 anos, suspeito de sequestro e roubo, foi detido na "Operação Golpe de Mão", da PJ, por alegada participação num assalto ao museu militar instalado no Forte de Sta. Luzia, no dia 28 de Outubro. Foram furtadas, e agora recuperadas, 17 peças e armas museológicas dos séc. XVIII e XIX. Este é o primeiro registo em Portugal de um assalto à mão armada a um museu.

Segundo fonte policial, o detido terá escalado as muralhas para consumar o crime. Mas a hipótese de ter permanecido escondido no edifício após a hora de encerramento ao público não está posta de parte. O suspeito terá actuado na companhia de mais um ou dois assaltantes, ainda procurados pelas forças policiais. Segundo a Judiciária, durante o assalto "os autores, sob ameaça de fogo, amarraram o guarda que fazia segurança, forçando-o a entregar as chaves dos espaços expositivos". A maior parte das peças já foi recuperada.

Os assaltantes não se centraram nas peças mais valiosas mas nas que mais facilmente podem ser modificadas. Suspeita-se de que parte do produto do roubo tenha seguido para Espanha. O detido cumpria uma pena em sistema de dias livres, passando os fins-de-semana no Estabelecimento Prisional de Elvas.

Uma prenda para 1500 alunos

A Câmara Municipal de Elvas, na sua reunião de 10 de Novembro, aprovou a atribuição de 1500 prendas de Natal aos alunos do pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico da rede pública do concelho. Assim, cada criança recebe um livro pedagógico, como forma de assinalar a quadra natalícia, particularmente sensível para os mais novos.

As prendas são constituídas por um livro, conforme o nível escolar: um para as crianças do pré-escolar, outro para os alunos dos 1.º e 2.º anos e um terceiro para as crianças dos 3.º e 4.º anos de escolaridade.

Detido assaltante do Museu Militar

Um homem de 27 anos, suspeito de sequestro e roubo, foi detido pela Polícia Judiciária após uma operação designada "Golpe de Mão", avança a corporação em comunicado. O arguido, que assaltou o Museu Militar, instalado no Forte Santa Luzia, em Elvas, terá escalado respectivas muralhas para consumar o crime.

De acordo com o comunicado, durante o assalto, que ocorreu na noite de 28 de Outubro, "os autores, sob ameaça de fogo, amarraram o guarda que fazia segurança no local, forçando-o a entregar as chaves dos espaços expositivos, tendo quebrado várias vitrinas e dali retirado mais de duas dezenas de peças museológicas em exibição, as quais eram maioritariamente constituídas por armas e espadas antigas dos séculos XVIII e XIX".

Apesar de a PJ já ter recuperado a maior parte dos bens roubados,  a investigação vai continuar "no sentido de identificar um segundo autor e de recuperar as restantes peças que podem entretanto ter sido remetidas para Espanha".

O detido, que já foi presente ao Tribunal Judicial de Elvas para primeiro interrogatório, tendo sido decretada a prisão preventiva.

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