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DROGA: GNR detém três homens suspeitos de tráfico no Alentejo

Três homens suspeitos de tráfico de droga foram detidos esta quarta-feira à tarde no Alentejo pela GNR, um na zona de Vendas Novas e dois em Aljustrel, disse fonte policial.

O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Aljustrel deteve, naquela vila, dois homens, de 42 e 48 anos, depois da realização de buscas às habitações dos suspeitos, na sequência de uma investigação que decorria há cerca de quatro meses.

Durante a operação, segundo fonte da GNR, as autoridades apreenderam 810 doses de heroína, 5,5 de cocaína e 27 de haxixe, além de uma balança de precisão, três telemóveis, um televisor e uma viatura.

Também na tarde de quarta-feira, a GNR deteve em Vendas Novas um outro homem suspeito de tráfico de droga, adiantou a fonte.

A operação envolveu três buscas domiciliárias que permitiram apreender 41 doses individuais de heroína, três de cocaína, sete de haxixe e 3,7 gramas de cannabis, assim como munições.

Os três homens detidos vão ser presentes hoje a tribunal para primeiro interrogatório judicial.

FUTEBOL: Jorge Almeida suspenso por 15 dias e multado em 50 euros

O treinador de "O Elvas" está suspenso por 15 dias e foi multado em 50 euros, na sequência de uma advertência do árbitro do jogo do último sábado, em Gáfete. Pelo mesmo motivo, o enfermeiro Carlos Mendes teve uma repreensão por escrito.

O Conselho de Disciplina da Associação de Futebol de Portalegre, na sua última reunião semanal, teve muito trabalho com o encontro Gafetense – “O Elvas”, onde os donos da casa tiveram cinco castigos: suspensões de dois jogos a Ricardo Caldeira e de um jogo a David Pereira, treinador Pedro Canário com 20 dias de suspensão e 75 euros de multa, dirigente João Vinagre com 15 dias de suspensão e 50 euros de multa e o próprio clube foi multado em 50 euros.

Ainda na Divisão de Honra, mais duas suspensões por dois jogos: Tiago Lopes (Gafetense) e Márcio Fernandes (Castelo de Vide).

MARVÃO: Castelo com obra polémica

As obras de requalificação do castelo de Marvão estão a causar polémica. A intervenção arquitectónica nos edifícios do interior da fortificação e a instalação de um sistema de videovigilância são vistas por alguns moradores como um "atentado ao património".

Luisa Assis, habitante da vila alentejana, diz estar "chocada" com um projecto que "põe em causa a herança histórica e a preservação do castelo, até agora imaculado, onde não era necessária qualquer intervenção". As obras incluem a construção de uma nova calçada, que, segundo a habitante, "pode destruir um pouco de calçada medieval existente, e que está intacta".

"Vão instalar câmaras num local de profunda tranquilidade e sem crimes de qualquer espécie e, como se não bastasse, abrem buracos no penhasco granítico para construir bancos. Seria mais barato e menos destruidor bancos tradicionais de madeira", defende Luisa Assis.

Já Victor Frutuoso, presidente da autarquia, explica que "tudo foi feito segundo as normas", e que em diversas reuniões abertas à população "ninguém questionou ou apresentou propostas para alterar o projecto". "Confio no Igespar e na Direcção Regional de Cultura, que aprovaram o projecto, e não é legítimo, agora que as obras estão a decorrer, dizerem que não gostam."

"Até foi feito um levantamento arqueológico, para o caso de se fazer algum achado que merecesse a interrupção ou não realização das obras, e isso seria respeitado", diz o presidente, "surpreendido" com as críticas aos trabalhos, apoiados pela comissão que acompanha a candidatura de Marvão a Património Mundial da Humanidade.

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