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Centro de Convívio do Terreirinho vai ser inaugurado

A Câmara Municipal de Elvas vai inaugurar já amanhã, dia 8 de Dezembro (querta-feira, feriado), o Centro de Convívio do Terreirinho, a partir das 16 horas.

Situado no Terreirinho de João Domingues, em Elvas, este Centro de Convívio irá servir a população residente na zona baixa do Centro Histórico da Cidade, onde poderão passar os seus tempos livres, de lazer e de convívio.

Os residentes desta área de Elvas estão convidados pela Câmara Municipal a estar presentes, e a participar no lanche de convívio que se segue à inauguração.

RALLY: "V Troféu TT Cidade de Elvas"

Os campomaiorenses Bruno Trindade e Eduardo Fernandes foram os grandes vencedores da prova, em veículos com tração a duas rodas, tendo sido realizada a última das três provas, no passado fim-de-semana dias 4 e 5 de Dezembro, numa organização do Clube 27 - Associação Desportiva.

Ao volante de um Peugeot 205 GTI - 1900 CC, Bruno e Eduardo conseguiram arrecadar um total de 67 pontos, mais sete que o seu antecessor Luís Almeida e Luis Batista.

Já nos veículos com tração a quatro rodas, os grandes vencedores deste prémio foi a dupla Joaquim Pais, de Sousel e Carlos Jesus, de Elvas, que guiavam um BMW 325 - 2496 CC, totalizando um total de 51 pontos no somatório das três provas, mais 2 que Vitór Caeiro e Francisco Jacinto.

Veja aqui a nossa reportagem fotográfica, a classificação geral por grupos da 3.ª prova e a classificação geral do "V Trofeu Cidade de Elvas".

VILA FERNANDO: Sino desaparece de centro educativo

O Centro Educativo de Vila Fernando, em Elvas, está a saque desde que o Ministério da Justiça decidiu enviar para casa, e com vencimento, os funcionários que zelavam pela segurança do espaço.

O estado de abandono é tal que nem a GNR recebeu qualquer queixa das dezenas de furtos. Primeiro, desapareceram objectos de valor, como um crucifixo em marfim, e até as alfaias agrícolas. Posteriormente, foram as mobílias e portas blindadas. O sino, pelo seu peso, era o único objecto de valor da antiga colónia correccional.

Na passada semana, a população surpreendeu-se quando reparou que na torre do pátio central estava apenas o lugar do sino, objecto de cobre com 114 anos. "Comentava-se que qualquer dia era o sino. Acabaram por o levar", referiu José Carlos Freitas, 46 anos, antigo auxiliar educativo da instituição que acolheu, em mais de um século, jovens problemáticos de todo o País.

Dividido por vários edifícios, numa área de 30 hectares, o centro fechou no dia 31 de Dezembro de 2009. O último jovem saiu fez ontem três anos. Na altura, o Ministério da Justiça prometeu uma cadeia de alta segurança para aquele espaço, com capacidade para mil reclusos. Mas o investimento de 40 milhões, prometido para 2009, não passou do papel. Em Agosto desse ano, os últimos 23 funcionários que zelavam pela segurança do centro foram obrigados a ir para casa. "Está tudo ao abandono. Já levaram o recheio e agora só sobram as paredes", acrescentou José Carlos Freitas. A degradação dos edifícios enche também de tristeza os olhos de Vicente Pedra, 73 anos, reformado do centro. "Mataram a aldeia. Tinha tudo, porque, além do centro, havia a parte agrícola, com 1070 hectares, que só não dava sal", disse .

A terra, que chegou a render mais de 450 mil euros em cortiça e eucaliptos, em 2001, está emprestada a agricultores. O Estado nada recebe em troca.

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