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até 04/07/2017
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Rasteio de Cancro da Mama em Elvas

A Liga Portuguesa Contra o Cancro vai iniciar no próximo mês de Dzembro, a 7ª volta do Programa de Rastreio de Cancro da Mama no Concelho de Elvas de acordo com o seguinte programa:

- Barbacena (perto da Junta de Freguesia), entre os dias 9 e 21 de Dezembro.

- Vila Boim (perto da Junta de Freguesia), o rastreio decorre entre os dias 22 de Dezembro e 3 de Janeiro de 2011.

- Centro de Saúde de Elvas (zona circundante ao Centro de Saúde), entre os dias 4 de Janeiro e 8 de Abril de 2011.

A unidade móvel funciona de segunda a quinta-feira das 9:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:30 e às sextas-feiras das 9:00 às 13:00.

Para mais informações, contactar o Grupo de Apoio de Portalegre através do número 245 330 989, a Unidade Móvel de Rastreio pelo número 915 999 896, ou o Coordenador Adjunto do Rastreio de Cancro da Mama através do número 915 999 889.

Se tem entre 45 e 69 anos de idade, responda ao convite da Liga. O exame, que é simples e gratuito, pode salvar a vida.

Equipa Vodafone vence 24 Horas TT em Fronteira

A equipa Vodafone, constituída por Pedro Lamy/José Pedro Fontes/António Coimbra/Luís Silva (BMC-BMW),foi a vencedora da 13ª edição das 24 Horas TT Vodafone-Vila de Fronteira, pelo que bem se pode dizer que o triunfo ficou "em casa"... mas com total justiça!

Deste modo, os pilotos nacionais interromperam seis anos de domínio dos concorrentes franceses naquela que foi a edição mais concorrida do evento nestes últimos tempos, com nada menos do que 92 equipas e 345 pilotos presentes.

O domínio dos vencedores foi incontestável, uma vez que lideraram desde a primeira curva até ao baixar da bandeira de xadrez. Com um carro que apresentou uma grande fiabilidade mecânica, os homens da Vodafone apenas tiveram de fazer as manutenções mais aconselhadas numa prova com estas características, sabendo evitar de forma perfeita as dificuldades resultantes da degradação do piso e das constantes ultrapassagens que foram obrigados a fazer.

De início, a formação da Letónia, liderada por Andris Dambis, com o espectacular Oscar O24H especialmente concebido para Fronteira, com um potente motor de um Corvette 8l, foi a ameaça mais importante para os pilotos portugueses, mas a 13ª hora seria fatal para as aspirações da equipa de Leste, obrigada a desistir com a caixa de velocidades partida.

Cláudio Abreu reflecte ambição para os jovens que orienta

Ex-jogador em quatro clubes de referência nos Açores é agora o seleccionador em Ponta Delgada. Sucesso de uma carreira coloca respeito e confere vontade de vencer aos atletas das selecções jovens micaelenses.

O Elvense Cláudio Abreu marcou uma geração no futebol açoriano enquanto jogador e quer deixar a mesma imagem de entrega, determinação e profissionalismo na condição de treinador, carreira que abraçou há um ano logo após ter deixado o futebol profissional aos 37 anos.

Dos vinte e um anos de dedicação ao futebol sénior – ainda júnior já jogava na equipa principal do Fronteirense, cedido por "O Elvas" - dezasseis deles foram cumpridos nos Açores. Entrou pela porta do Angrense, onde esteve duas temporadas, seguiu-se uma época no União Micaelense e depois seis consecutivas no Santa Clara, ajudando a equipa a trilhar o caminho das subidas no final da década de 90.

O ciclo nos encarnados de Ponta Delgada fechou-se em 2002 e seguiram-se sete anos no Operário, até 2009. Para a história, ainda em território continental, contabilizam-se quatro temporadas em "O Elvas", uma delas cedido ao Fronteirense e outra no Borbense, clube do qual se transferiu para o Angrense.

A rica actividade de Cláudio Abreu no futebol encontrou em 2009 um novo desafio: treinar as selecções jovens da Associação de Futebol de Ponta Delgada. Deixar de jogar para ser treinador é o rumo que muitos atletas tomam e porque já estava preparado para a transição não foi tão dolorosa quanto poderia imaginar.

«A transição não custou assim tanto porque continuei ligado ao futebol e dei continuidade àquilo que sempre gostei de fazer. Não estava à espera que abraçasse um novo projecto em tão curto espaço de tempo mas o convite da Associação de Futebol de Ponta Delgada acabou por aparecer numa boa altura», recordou.

Se enquanto atleta Cláudio Abreu habituou-se a vencer, como treinador não foge à ambição e os resultados começam a aparecer. Ainda recentemente levou a selecção sub-18 à vitória no Torneio Inter-Associações e na época de estreia triunfou em cinco dos sete eventos disputados, desde os sub-12 aos sub-20.

«O nosso lema é entrar em todos os torneios com o objectivo de vencer. Os atletas têm revelado empenho e determinação, sinto que gostam de fazer sempre o melhor e quando assim é torna-se mais fácil passar uma mensagem de confiança nas suas qualidades que depois conseguem exprimir em campo», disse.

O facto de saberem quem é Cláudio Abreu ajuda na ambição. «Penso que me vêem como um líder e sinto que a minha carreira é valorizada por eles. Muitos deles, creio, ainda olham para mim como jogador e não como treinador, até porque fui colegas de atletas como o Milton e Daniel, no Operário».

Ser treinador é o futuro de Cláudio Abreu, mas sê-lo-á sempre na ligação às selecções ou existe lá no fundo o desejo de abraçar um projecto num clube? «Não digo que vá mudar a médio prazo mas um dia gostaria de dar continuidade à carreira num clube que ofereça ambição e condições para tornar um sonho realidade».

Aos 39 anos o sonho comanda a vida de um jovem técnico que poderia ainda estar a jogar. «Deixar o futebol não foi uma decisão pessoal. Estive sete anos no Operário onde sempre trabalhei com afinco. Mas a ligação contratual terminou e decidi abandonar o profissionalismo. Se me sentia em condições para continuar? Sinto saudades de jogar e sinto também que tinha condições para continuar. Mas não dependeu apenas de mim», vincou.

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