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Água dos Fontanários de Elvas e Nisa estão impróprias para consumo

As águas dos fontanários de Elvas e Nisa estão impróprias para consumo.

De acordo com a análise da Associação de Defesa do Consumidor (DECO) a água de 12 de 35 fontanários públicos está imprópria para consumo, e ingeri-la é arriscar a saúde, porque não tem tratamento nem controlo.   

Segundo a DECO, a situação não é nova, em 2004 já tinham sido detectados 18 fontanários impróprios, alguns apresentam quantidades de metais pesados perigosas para o organismo humano, outros contaminação bacteriológica.

A DECO considera que a defesa da saúde pública exige medidas radicais tais como o encerramento puro e simples dos fontanários que fornecem água imprópria.

Estão impróprias para consumo as águas dos fontanários públicos de Elvas, Nisa, Beja, Abrantes, Almeida, Baião, Caneças, Loulé, Santarém, Santiago do Cacém, Vale de Cambra e Santa Maria de Viseu.

CENSOS 2011: Só 5 concelhos alentejanos ganharam população

Apenas cinco dos 47 concelhos do Alentejo ganharam população na última década, tendo Sines registado a maior subida (5,03%), segundo os dados preliminares dos Censos 2011 e em comparação com os Censos 2001.

Esta tendência positiva de Sines, que tinha 13 577 residentes em 2001 e, agora, contabiliza 14 260, só é seguida pelos municípios de Campo Maior (aumento de 4,84%), Viana do Alentejo (2,33%), Vendas Novas (1,88%) e Évora (0,98%).

Na análise efectuada pela Agência Lusa, mas excluindo os 11 municípios da Lezíria do Tejo, que o Instituto Nacional de Estatística (INE) contabiliza para efeitos dos Censos 2011, o Alentejo perdeu 4,39 por cento da população.

ELVAS: Turismo do Alentejo quer evitar encerramento da Pousada

O Turismo do Alentejo considera que o encerramento da Pousada de Elvas será "uma perda irreparável para o turismo alentejano", tendo já enviado uma carta à Direcção do grupo Pestana, na qual se mostra disponível para reunir com o grupo hoteleiro, "com o objectivo de, em conjunto, serem estudadas soluções que evitem o fecho da unidade".

Em comunicado à imprensa, o Turismo do Alentejo defende que, "se o fecho se concretizar traduzirá uma perda irreparável para o turismo alentejano e para o próprio património da marca 'Pousadas de Portugal', pelo simbolismo que representa uma unidade que foi, na sua categoria, a primeira a abrir no país".

Por este motivo, a Entidade Regional de Turismo solicitou uma reunião com a Direcção do grupo, afirmando que "se deverão esgotar todas as alternativas possíveis antes de ser tomada uma decisão final".

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