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VILA VIÇOSA: Dumper cai em pedreira desactivada. Vítima está submersa

Um dumper despistou-se na manhã desde sábado, dia 9 de Novembro, numa pedreira desactivada em Vila Viçosa, caindo para uma zona com água.

Fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) disse que a possível vítima encontrava-se a "entulhar" a pedreira, ou seja, a colocar pedras na zona para onde caiu.

O acidente aconteceu na pedreira das Cabanas, em Vila Viçosa, e no local estão elementos dos Bombeiros de Reguengos de Monsaraz , da Força Especial de Protecção Civil, da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) e da GNR.

Concurso “Quem Sabe Mais?” nas comemorações do Dia do Enoturismo


Reguengos de Monsaraz, a "Capital dos Vinhos de Portugal", vai assinalar no dia 10 de Novembro o Dia Mundial do Enoturismo. O programa comemorativo organizado pelo Município de Reguengos de Monsaraz integra pelas 15.00 horas, na biblioteca municipal, o concurso "Quem Sabe Mais?".

O concurso será disputado por equipas de duas pessoas e terá perguntas sobre Reguengos de Monsaraz, a vinha e o vinho no concelho. A competição terá jogos didácticos em suporte informático, fáceis de utilizar e que permitem abordar vários temas, tal como nos concursos de televisão.

A autarquia vai premiar as três equipas melhor classificadas, mas haverá lembranças para todos os participantes. As regras do concurso e alguns jogos para treinar estão disponíveis no site www.quemsabemais.pt.

A fechar a comemoração do Dia Mundial do Enoturismo realiza-se às 17.00 horas, também na biblioteca municipal, uma prova de vinhos produzidos no concelho. Reguengos de Monsaraz tem 11 produtores de vinho, nomeadamente a CARMIM, Esporão, Ervideira, Casa de Sabicos, Monte dos Perdigões, Adega José de Sousa, Luís Duarte Vinhos, Adega do Calisto, Monte das Serras, Elite Vinhos e São Lourenço do Barrocal.

Orçamento de Monforte para 2020 atinge valores sem precedentes

O orçamento da Câmara Municipal de Monforte para 2020 ronda os 10,1 milhões de euros, mais 2,9 milhões de euros do que o deste ano, disse o presidente do município.

"O orçamento é muito superior" e "sem precedentes neste município", afirmou o autarca comunista Gonçalo Lagem, justificando que está prevista a requalificação do centro escolar, além de "imensas obras" financiadas por fundos comunitários.

O orçamento foi aprovado em reunião do executivo municipal com quatro votos a favor dos eleitos da maioria CDU e uma abstenção por parte do vereador da oposição PS.

O documento vai ser sujeito a votação na próxima reunião da Assembleia Municipal de Monforte, no dia 22 deste mês, que é composta por 12 eleitos da CDU, cinco do PS e dois do PSD.

Além da requalificação do centro escolar, no valor de 4,6 milhões de euros, o município prevê obras de ampliação na zona industrial de Monforte, num investimento de 650 mil euros.

"Vamos também construir um centro de recolha animal, um parque de auto-caravanismo e desenvolver vários projectos de mobilidade e requalificação urbana", enumerou.

A autarquia pretende também transformar uma antiga igreja num museu para expor 16 mil azulejos, que datam de 1745, sobre a vida e milagres da Rainha Santa Isabel.

O projecto de reabilitação da antiga igreja do Espírito Santo e instalação dos painéis de azulejos, oriundos da oficina de Valentim de Almeida, prevê um investimento global na ordem dos 600 mil euros.

"É o orçamento maior de todos os tempos. Em 2013, o orçamento da câmara não chegava aos seis milhões de euros e agora quase duplica", sublinhou.

Em termos de impostos municipais, a autarquia decidiu manter em 2020 a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para prédios urbanos em 0,35% e a taxa de participação do município no IRS a pagar por habitantes do concelho em 5%.

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