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Reguengos de Monsaraz aderiu ao Movimento Municípios pela Paz

 
O executivo municipal aprovou por unanimidade na reunião de câmara de 15 de Maio a adesão da autarquia ao Movimento Municípios pela Paz e, por inerência, aos "10 Compromissos pela Paz". A autarquia pretende desenvolver a actividade municipal no âmbito da promoção da paz nas áreas da educação, da cultura e do desporto.

O Movimento Municípios pela Paz foi criado no âmbito de uma iniciativa conjunta da autarquia do Seixal e do Conselho Português para a Paz e Cooperação, tendo os municípios fundadores definido um conjunto de compromissos pela paz. Ficou assim decidido promover um calendário de eventos públicos que assinalem o Dia Internacional da Paz (21 de Setembro), o Dia Internacional para a Abolição Total das Armas Nucleares (26 de Setembro), os bombardeamentos nucleares de Hiroxima e Nagasáqui (6 e 9 de Agosto) e o Dia Internacional do Desporto ao Serviço do Desenvolvimento e da Paz (6 de Abril).

O Município de Reguengos de Monsaraz tem como uma das principais prioridades a defesa dos direitos fundamentais da sua população, fomentando a elevação do seu nível cultural e a eliminação das desigualdades e de todo o tipo de violência. A autarquia considera também que é muito importante promover o intercâmbio de experiências e a promoção de iniciativas convergentes com outros municípios e entidades que integram o movimento.

Nos compromissos assumidos reconhece-se que a paz é essencial à vida humana e uma condição indispensável para o progresso, o bem-estar, a democracia, a liberdade dos povos e para um mundo melhor para toda a humanidade. O movimento considera igualmente que a defesa do espírito e dos princípios da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa são a base fundamental para promover a liberdade, a democracia, o fim das guerras, a conquista da paz, a afirmação da soberania e independência nacionais, o desenvolvimento de relações internacionais equitativas e pacíficas e uma política de amizade e cooperação com todos os povos do mundo.

BEJA: Identificados 10 estrangeiros "irregulares" em Portugal

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) identificou em Beja, 10 cidadãos estrangeiros a trabalharem sem autorização em Portugal e notificou cinco deles para abandonarem o espaço Schengen no espaço de 20 dias.

Segundo o SEF, os 10 cidadãos "irregulares" em Portugal fazem parte de um grupo de 16 estrangeiros que o SEF identificou numa operação que efectuou na propriedade agrícola Horta dos Frades, em Beja.

A operação teve como objectivo controlar e fiscalizar a permanência e as actividades de cidadãos estrangeiros na propriedade, onde se desenvolviam trabalhos relacionados com a olivicultura.

Governo já recebeu documentação para novo Hospital Central do Alentejo

O grupo de trabalho responsável pela preparação do lançamento do concurso para a construção do novo Hospital Central do Alentejo, em Évora, entregou esta semana a documentação ao Governo, revelou fonte da tutela.

Fonte oficial do Ministério da Saúde precisou que a Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, cujo presidente, José Robalo, liderou o grupo de trabalho, enviou, na quarta-feira, dia 15 de Maio, para a tutela a "informação técnica relativa ao projecto para construção" da futura unidade hospitalar.

"Os documentos técnicos remetidos serão analisados pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e, após conclusão desta fase, será dada a sequência prevista à concretização deste investimento", referiu a mesma fonte, sem indicar uma data concreta para o lançamento do concurso.

No dia 11 de Janeiro deste ano, o Governo apresentou o projecto de financiamento do novo Hospital Central do Alentejo, numa cerimónia que decorreu no edifício da actual unidade hospital alentejana (ver notícia).

Na sessão, a presidente do conselho de administração do actual Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), Filomena Mendes, revelou que o concurso para a empreitada seria lançado até Maio deste ano e apontou que o novo hospital estaria pronto a começar a funcionar até Dezembro de 2023.

A empreitada vai ser financiada por fundos comunitários do programa Portugal 2020, através de apoios do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no valor de 40 milhões de euros.

O novo hospital, que será construído na periferia de Évora, vai ter um edifício que ocupará uma área de 1,9 hectares e que terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487 camas.

A futura unidade hospital vai dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha que abrange cerca de 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas.

A infra-estrutura contará com 11 blocos operatórios, três dos quais para actividade convencional, seis para actividade de ambulatório e dois para actividade de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

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