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7ª Maratona Fotográfica Digital de Elvas decorre a 18 de Agosto

O Museu Municipal de Fotografia João Carpinteiro, em Elvas, promove a 18 de Agosto, sábado, a 7ª Maratona Fotográfica Digital de Elvas.

Com início previsto para as 10.00 horas, a iniciativa tem este ano como tema as "Fortificações de Elvas" é de participação livre, sendo que os interessados devem apresentar-se no dia, no Museu Municipal da Fotografia João Carpinteiro, de onde sairão depois para fotografar o conjunto fortificado da Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações.

De acordo com fonte do museu, serão seleccionados à posteriori os melhores registos e realizada uma exposição onde poderão ser apreciados todos os trabalhos resultantes desta maratona.

ELVAS: Tribunal decreta prisão preventiva para um dos dois detidos por suspeita de vários crimes

O Tribunal de Elvas decretou este sábado, dia 14 de Julho, a prisão preventiva de um dos dois homens detidos por suspeita de crimes como desmantelamento e viciação de viaturas, tráfico de droga ou falsificação de dinheiro, disse fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).

Segundo a mesma fonte, o tribunal decretou a medida de coação mais grave, de um dos suspeitos, de 28 anos, que fica a aguardar julgamento no Estabelecimento Prisional de Elvas. O outro suspeito, de 26 anos, de acordo com a mesma fonte, ficou sujeito a apresentações periódicas na força de segurança da área de residência.

Os dois homens, residentes na zona de Elvas, ficaram também proibidos de contactar entre si.

O primeiro interrogatório judicial dos suspeitos começou na sexta-feira, tendo a decisão judicial sido determinada na madrugada de sábado.

A GNR anunciou na sexta-feira a detenção dos dois homens, de nacionalidade espanhola, por suspeitas de vários crimes, como desmantelamento e viciação de viaturas, tráfico de droga, falsificação de dinheiro e contrabando de tabaco. Os homens são também suspeitos de furto e posse de arma proibida.

Um dos suspeitos foi detido na sexta-feira e o outro na quinta-feira, na sequência de uma investigação que decorria há três meses.

Após várias diligências, que culminaram com o cumprimento de três mandados de busca domiciliária e sete mandados de busca em armazém e viaturas, a GNR apreendeu sete veículos, uma embarcação de recreio, duas motos de água, diversas peças de viaturas desmanteladas, 153 plantas de canábis, quatro quilos de canábis sativa e 25 doses de cocaína.

As autoridades apreenderam também 4.680 euros em numerário, notas contrafeitas com o somatório do valor facial de 550 euros, 36 telemóveis e material de duas estufas para cultivo de canábis, como lâmpadas, ar condicionado, extractores e desumidificadores.

Durante a operação policial, foram ainda apreendidas duas balanças de precisão, um quilo de tabaco triturado, 260 maços de tabaco sem estampilha, um computador portátil, um telefone por satélite e um bastão.

ESTREMOZ: Luís Mourinha acusado da prática de cinco crimes de peculato

O presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Mourinha, foi acusado pelo Ministério Público (MP) da prática de cinco crimes de "peculato de uso", que terão alegadamente decorrido durante os anos de 2013 e 2014.

Em causa está a utilização da viatura do município "para realizar várias viagens de lazer e cariz particular", ao assistir a cinco jogos de futebol no Estádio da Luz a convite da Caixa Geral de Depósitos.

Luís Mourinha, considera que este processo aberto contra si "é uma investigação do Ministério Público incompetente", uma vez que "houve testemunhas que confirmaram que eu era convidado pela Caixa Geral de Depósitos, nomeadamente pelo Sr. Amaro Camões (ex-Presidente da Associação de Futebol de Évora, até 2015, falecido recentemente), que toda a gente conhece, que me convidava".

O autarca garante que utiliza a viatura do município "sempre que sou convidado", explicando que se for convidado "enquanto Presidente da Câmara, levo o carro da Câmara, se for em termos particulares, enquanto Luís Mourinha, levo o meu carro particular". Uma vez que "sempre foi assim e há-de continuar a ser".
 
Na acusação apresentada, o presidente recorda que a acusação "tinha também um conjunto de acusações", entre as quais de que "eu também utilizava a viatura do município para ir ver as corridas de touros", mas "a senhora procuradora arquivou, porque ouviu o responsável da Praça de Touros do Campo Pequeno".

O inquérito foi dirigido pelo Ministério Público da 2.ª Secção de Évora do DIAP e a investigação foi levada a cabo pela Polícia Judiciária. A pena máxima prevista para o crime de peculato de uso é de 1 ano de prisão ou 120 dias de multa.
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