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Ruído da vizinhança? Entre as 7 e as 23 horas é permitido, mas...


 
Com uma grande fatia da população a trabalhar em casa, devido à Covid-19, esta é uma questão que "ganha" agora uma nova importância.

Tem um vizinho que faz barulho a horas menos próprias e que o incomoda? Se é o seu caso, saiba que a Polícia de Segurança Pública (PSP) colocou esta sexta-feira, dia 8 de Janeiro, uma publicação nas redes sociais que o pode ajudar.

Fique a saber que o ruído "no período compreendido entre as 7 e as 23 horas é permitido". Contudo, "não pode perturbar nem incomodar terceiros", acrescenta a força de segurança.

A "solução" é simples: "caso se sinta perturbado, deverá contactar a esquadra mais próxima, para que possamos ir ao local e darmos um prazo para fazer cessar o ruído", aponta a PSP.

AHRESP defende novo quadro de apoio se restaurantes voltarem a fechar

A Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defendeu este sábado, dia 9 de Janeiro, a necessidade de "um novo quadro de apoio às empresas e aos seus trabalhadores" caso os restaurantes voltem a encerrar devido à Covid-19.

Em comunicado, a AHRESP recorda as declarações do ministro da Economia, que na sexta-feira admitiu a possibilidade de os restaurantes voltarem a encerrar face ao agravamento da situação pandémica, salientando ser cada vez mais urgente "a imediata disponibilização das medidas anunciadas pelo Governo" em Dezembro.

Além disso, acrescenta a associação, a concretizar-se o encerramento dos estabelecimentos de restauração, mantendo-se a funcionar apenas em "take-away" e para entregas ao domicílio, "será necessário um novo quadro de apoio às empresas e aos seus trabalhadores".

COVID-19 : Governo confirma novo confinamento

O Governo confirmou este sábado, dia 9 de Janeiro, que o país vai avançar para um novo confinamento. O anúncio foi efectuado por Mariana Vieira da Silva, Ministra da Presidência, após o término das audições com todos os partidos com assento parlamentar no Palácio de São Bento.

Segundo a ministra, "o confinamento será muito próximo daquele que existiu nos meses de Março e Abril, garantindo em princípio que não fecharemos nada que não tivesse sido fechado, e portanto a agricultura, a indústria, a distribuição continuará a funcionar, de forma a garantir também, que os bens essenciais do portugueses, não faltarão".

"O detalhe, ao certo…, de cada tipo de loja de cada tipo de comércio, não vale a pena estar a adiantar, pois, se já soubesse-mos já teríamos tomado as medidas", disse a ministra.

"É necessário percebermos que se tivéssemos tomado as medidas à uma semana, teríamos tomado medidas com base em informação incompleta… foi por isso que adiamos uma semana, e é por isso que é fundamental ouvir na terça-feira os peritos", disse Mariana Vieira da Silva.

O anúncio deste novo confinamento deverá ocorrer na terça-feira, dia 12 de Janeiro, depois da reunião do Conselho de Ministros.

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