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Festival Internacional de Música de Marvão junta 400 artistas de 20 países

Cerca de 400 músicos, de 20 países, participam na edição deste ano do Festival Internacional de Música de Marvão (FIMM), que decorre em Julho e espera mais de oito mil visitantes, anunciou hoje a organização.

Promovido pela associação Marvão Music e pelo município, o festival dedicado à música clássica vai ter lugar entre os dias 19 e 28 de Julho.

"Tem sido uma aposta ganha. Temos de apoiar as pessoas que trabalham voluntariamente e capitalizam dividendos para o território e, nesse sentido, apoiamos esta iniciativa que nos promove a nível mundial", disse o presidente da Câmara de Marvão, Luís Vitorino.

Antes da abertura do FIMM, estão previstos, nos dias 14 e 16 de Julho, dois concertos na vizinha localidade espanhola de Valência de Alcântara e dois jantares musicais (17 e 18 de Julho) pelo 'chef' Thorsten Gillert, numa unidade hoteleira de Monforte.

Teresa Salgueiro, Juliane Banse, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra de Câmara de Israel (estreia em Portugal), Banda Sinfónica Portuguesa, Teatro Nacional de São Carlos, Plural Ensemble (Madrid), Divino Sospiro, Coro Ricercare, Clara-Jumi Kang, Camerata Nov’Arte, Banda Euterpe, Javier Perianes, Niek Baar e Storioni Trio são alguns dos nomes que irão actuar em Marvão.

CRATO: Novo centro de saúde custa 724 mil euros

A Câmara Municipal do Crato, anunciou a assinatura do contrato para a empreitada de construção do novo centro de saúde da vila, num investimento de 724 mil euros.

Segundo o município, que suportará 7,5% do investimento, a assinatura do contrato ocorreu na segunda-feira, na sede da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), em Portalegre.

O novo Centro de Saúde do Crato vai ser construído em terrenos cedidos pelo município, após o visto do Tribunal de Contas.

Évora quer criar centro de investigação no antigo terminal rodoviário

A Câmara Municipal de Évora quer criar um centro de investigação e documentação no edifício do antigo terminal rodoviário, situado no centro histórico da cidade, num projecto de 1,8 milhões de euros.

"Estamos a iniciar o projecto de um centro de investigação e documentação", o qual prevê "instalar no edifício da antiga estação da Rodoviária Nacional os arquivos municipais e históricos", revelou o presidente do município.

Com o futuro Centro de Investigação e Documentação de Évora (CIDE), referiu o autarca, os arquivos vão passar a estar "acessíveis a quem quiser investigar, estudar ou conhecer", num espaço situado no centro histórico da cidade.
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