Portuguese English French German Italian Spanish
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária

ELVAS: Aqueduto da Amoreira vai ser alvo de obras de recuperação

O Aqueduto da Amoreira, em Elvas, classificado como Património Mundial pela UNESCO, vai ser alvo de obras de recuperação, num investimento de dois milhões de euros, disse o presidente do município.

"O projecto está em revisão e assim que estiver terminado lançamos o concurso. Dado o volume do investimento, está sujeito a visto do Tribunal de Contas, mas tudo indica que a obra deverá começar em Setembro", explicou Nuno Mocinha.

A primeira fase de intervenção no aqueduto, um dos monumentos classificados, juntamente com as fortificações abaluartadas de Elvas, como Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em 2012, vai decorrer durante um ano. Os trabalhos vão centra-se num comprimento de 270 metros, desde a zona do rossio de São Francisco até ao primeiro arco atravessado, na Estrada Municipal 372, conhecida localmente como a Estrada da Calçadinha.

"É uma questão de salvaguarda, porque esta zona onde vai decorrer a obra não é das que apresenta maior estado de degradação, mas é aquela, a existir alguma coisa, que pode provocar mais danos, uma vez que passa por cima de vias rodoviárias", disse.

O Aqueduto da Amoreira, também classificado como monumento nacional, foi mandado construir por D. João III, em 1537.

O monumento, cuja inauguração ocorreu em 1622, conta com uma extensão de cerca de oito quilómetros e comporta diversas galerias, que numa primeira zona são subterrâneas e ao nível do terreno são formadas por quatro arcadas sobrepostas, apoiadas em pilares quadrangulares e fortalecidas por contrafortes semicirculares, perfazendo uma altura de 31 metros.

O autarca adiantou que espera ter "a sorte" de aparecerem em Elvas empresas para realizar este projecto de recuperação, lembrando que, nos últimos tempos, "têm ficado desertos pelo país alguns concursos" para a realização de obras deste género.

"Este é um concurso que precisa de classificação especifica para concorrer, porque estamos a mexer em património, precisa de um determinado tipo de alvará para concorrer", explicou.

Nuno Mocinha recordou ainda que, "há cerca de dois anos", o município tomou conhecimento de que o Aqueduto da Amoreira é propriedade da autarquia e não do Ministério da Cultura, "uma prenda" que o município "não estava à espera".

Ricardo Pinheiro anuncia candidatura à federação de Portalegre do PS

O deputado socialista Ricardo Pinheiro vai candidatar-se à presidência da Federação Distrital de Portalegre do Partido Socialista (PS), nas eleições marcadas para o dia 13 de Março. A federação socialista de Portalegre é liderada pelo também deputado Luís Moreira Testa, que está a cumprir o quarto e último mandato.

Ricardo Pinheiro, de 39 anos, engenheiro electrotécnico e antigo presidente do município de Campo Maior, no distrito de Portalegre, entre 2009 e 2019, explicou que se candidata à federação socialista porque é "um alto alentejano preocupado" com o futuro da região.

"Durante os últimos 10 anos, ganhei um conhecimento daquilo que é a realidade da gestão pública e também daquilo que são as necessidades do crescimento industrial. É extraordinário que se possa colocar o conhecimento adquirido em determinados órgãos executivos também ao serviço da política", disse.

Assumindo que quer continuar a desenvolver o projecto político, em curso, do actual presidente da federação, Ricardo Pinheiro afirmou que pretende também manter o "espírito de militância" dos socialistas do Alto Alentejo.

O candidato justificou ainda a sua candidatura considerando ser "necessário manter" uma representação "forte" do Alto Alentejo junto do poder central.

No distrito de Portalegre, com 15 concelhos, o PS lidera em oito municípios (Campo Maior, Elvas, Ponte de Sor, Crato, Sousel, Alter do Chão, Nisa e Gavião).

O Partido Social Democrata (PSD) gere as câmaras de Castelo de Vide, Marvão, Arronches e Fronteira, a Coligação Democrática Unitária (CDU) lidera em duas autarquias (Avis e Monforte), ao passo que a Câmara de Portalegre é gerida por um movimento independente.

ELVAS: Coliseu recebe final do Festival da Canção da RTP

A final do Festival da Canção deste ano, marcada para o dia 7 de Março, vai decorrer no Coliseu Comendador Rondão Almeida, em Elvas.

O anúncio foi feito numa conferência de imprensa nas instalações da RTP, em Lisboa, na qual ficou também a saber-se que a cerimónia será apresentada por Filomena Cautela e Vasco Palmeirim.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, garantiu que a cidade irá fazer da final, que é também o dia de aniversário da RTP, "uma grande festa". "Juntamos a canção contemporânea uma marca de Património Mundial", referiu o autarca, lembrando que Elvas é Património Mundial da UNESCO.

O protocolo de colaboração entre a RTP e a Câmara Municipal de Elvas foi assinado na ocasião, por Nuno Mocinha e pelo presidente do conselho de administração da estação pública, Gonçalo Reis.

Elvas sucede a Guimarães e a Portimão, que acolheram a final do concurso em 2018 e 2019, respectivamente.

A escolha de Lisboa como cidade que iria acolher o Festival Eurovisão da Canção em 2018, depois de, no ano anterior, Portugal ter vencido o concurso pela primeira vez (com "Amar pelo dois", tema interpretado por Salvador Sobral), gerou na altura reclamações por parte de vários autarcas.

Nesse ano, a RTP anunciou que a final do concurso passaria a realizar-se sempre numa cidade diferente. Guimarães, em 2018, foi a primeira.

O director de programas da RTP1, José Fragoso, referiu que "depois do Norte e do Sul", a estação pública tinha "apontado ao Centro nesta edição". "Elvas é uma cidade belíssima e geograficamente está num ponto estratégico. É uma zona ao Centro e Interior, como queríamos", afirmou.

Apesar de a final se realizar fora de Lisboa, as semifinais continuaram a acontecer na capital, nas instalações da RTP. Este ano, as duas semifinais decorrem a 22 e 29 de Fevereiro. A primeira semifinal será apresentada por Jorge Gabriel e Tânia Ribas de Oliveira e, a segunda, por José Carlos Malato e Sónia Araújo.

A primeira vez que o Festival da Canção se realizou fora de Lisboa foi em 1983, no Coliseu do Porto, tendo depois disso passado por locais como Funchal (1987), Évora (1989) e Santa Maria da Feira (2001).

Faixa publicitária

ELVAS.com.pt O Portal da Cidade
´